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Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para plantar feijões que não nascem, 2008
Rachel Falcão, Venha a nós o vosso reino..., 2003-2005 (detalhe)
Alice Costa Souza, Interstício, 2009
Rachel Falcão, Da série Labiríntimo, 2009
Adriano C. Gomide, Toque de Alvorada, 2012
Douglas Pego, Salto, 2008
Fabíola Tasca, 1ª Polifônica de Diamantina, 2008
Tales Bedeschi, Matriz Perdida Invertida I, 2010
Lucas Delfino, Projeto Memorial da Declaração dos Direitos Humanos, 2008-2009
Douglas Pego, Caras para Ler, 2010

Candelária, 2012

Alice Costa Souza, Candelária, 2012

Alice Costa

Candelária

Instalação/ Bordado à mão sobre tecido (organza, linhas, grinalda, luz negra)

1,50 x 1,70 x 2,30 m     

2012

Apresentado na Exposição do Grupo Estratégias da Arte numa Era de Catástrofes no Salão Diamantina do Centro de Convenções e Artes da UFOP, Ouro Preto-MG, no Festival de Invero de Ouro Preto e Mariana de 8 a 22 de julho de 2012. Foto por: Alexis Azevedo.

[Candelária é um antimonumento à barbárie, especialmente à do esquecimento destinado ao massacre ocorrido em 1993, nos arredores da Igreja de Nossa Senhora da Candelária, no Rio de Janeiro. Nesta chacina, policiais abriram fogo contra mais de setenta crianças e adolescentes que dormiam nas proximidades da igreja, vitimando seis menores e dois maiores, aqui referenciados nos bordados de contornos dos corpos. O mesmo local, que não possui um monumento às vítimas, celebra casamentos luxuosos da alta sociedade carioca, demonstrando a enorme desigualdade social recorrente em grandes centros urbanos da América Latina.]