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Fabíola Tasca, 1ª Polifônica de Belo Horizonte, 2007
Clara Albinati, A Paixão Segundo, 2008
Lais Myrrha, Fachada subtraída / nº 02, 2004-2008
Douglas Pego, Para Representar de Novo, 2008
Maria Angélica Melendi, Altar no Pátio Interior, México, DF
Rachel Falcão, Venha a nós o vosso reino..., 2003-2005 (detalhe)
Lucas Delfino, Desenho de Paisagem (homenagem a barba dos rabinos e dos prisioneiros), 2010
João Castilho, Linhas, 2008
Hélio Nunes, Depois de Fernando Bryce, 2008-2010
Lais Myrrha, por um fio, 2010

Candelária, 2012

Alice Costa Souza, Candelária, 2012

Alice Costa

Candelária

Instalação/ Bordado à mão sobre tecido (organza, linhas, grinalda, luz negra)

1,50 x 1,70 x 2,30 m     

2012

Apresentado na Exposição do Grupo Estratégias da Arte numa Era de Catástrofes no Salão Diamantina do Centro de Convenções e Artes da UFOP, Ouro Preto-MG, no Festival de Invero de Ouro Preto e Mariana de 8 a 22 de julho de 2012. Foto por: Alice Costa.

[Candelária é um antimonumento à barbárie, especialmente à do esquecimento destinado ao massacre ocorrido em 1993, nos arredores da Igreja de Nossa Senhora da Candelária, no Rio de Janeiro. Nesta chacina, policiais abriram fogo contra mais de setenta crianças e adolescentes que dormiam nas proximidades da igreja, vitimando seis menores e dois maiores, aqui referenciados nos bordados de contornos dos corpos. O mesmo local, que não possui um monumento às vítimas, celebra casamentos luxuosos da alta sociedade carioca, demonstrando a enorme desigualdade social recorrente em grandes centros urbanos da América Latina.]