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Lais Myrrha, Bestiário, 2005
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Melissa Rocha, 2010, 2010
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Hélio Nunes, Theatrum Picturatum, 2009-2010
Ines Linke e Louise Ganz, Percursos, 2007
Tales Bedeschi, Matriz Perdida Invertida I, 2010
Lucas Delfino, Via Dolorosa (O Semeador), 2010
Sávio Reale, s/t

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão, de forma que pode muito bem servir de moldura para um fragmento no Salvador Dalí que se empoeira no ateliê, ilustrando assim a tese de Wölfflin, dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011, acontecimento pós-pictórico com sabão, dimensões variáveis (7,5x5,8x1 cm).

Para quem não é pintor: quando limpamos os pincéis, geralmente abrimos buracos como esse.

Comentários

o buraco

caro hélio,

 

sua rigorosa proposta de devolver à pintura uma utilidade inexorável, da natureza perdida, é algo que muito me comove.

 

abraço,

 

fabíola