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João Castilho, Redemunho, 2006
Sávio Reale, s/t
Maria Angélica Melendi, Altar em Tepito, México, DF
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para tapar um buraco na mesa onde tomo café com uma imagem temática, 2008
Melissa Rocha, Projeção Luz, 2008
Maria Angélica Melendi, Altar em  Chapultepec, Mexico, DF
Douglas Pego, Capas para Convencer a Ler, 2007-2010
Rachel Falcão, Voragem, 2006 (detalhe)
Rachel Falcão, Venha a nós o vosso reino..., 2003-2005

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão, de forma que pode muito bem servir de moldura para um fragmento no Salvador Dalí que se empoeira no ateliê, ilustrando assim a tese de Wölfflin, dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011, acontecimento pós-pictórico com sabão, dimensões variáveis (7,5x5,8x1 cm).

Para quem não é pintor: quando limpamos os pincéis, geralmente abrimos buracos como esse.

Comentários

o buraco

caro hélio,

 

sua rigorosa proposta de devolver à pintura uma utilidade inexorável, da natureza perdida, é algo que muito me comove.

 

abraço,

 

fabíola