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Fabíola Tasca, Primeira Pessoa, 2010
Adriano C. Gomide, Moços à procura da beleza IV, 2007
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Lucas Delfino, Rito de Passagem: O beijo, 2010
Clara Albinati, A Paixão Segundo, 2008
Melissa Rocha, 2010, 2010
Ines Linke, Fabíola Tasca, e Rodrigo Borges, Perímetro, 2005
Fabíola Tasca, em obra project (2012-2016)
Sávio Reale, s/t
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão, de forma que pode muito bem servir de moldura para um fragmento no Salvador Dalí que se empoeira no ateliê, ilustrando assim a tese de Wölfflin, dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011, acontecimento pós-pictórico com sabão, dimensões variáveis (7,5x5,8x1 cm).

Para quem não é pintor: quando limpamos os pincéis, geralmente abrimos buracos como esse.

Comentários

o buraco

caro hélio,

 

sua rigorosa proposta de devolver à pintura uma utilidade inexorável, da natureza perdida, é algo que muito me comove.

 

abraço,

 

fabíola