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Tales Bedeschi, Das revoadas
Lais Myrrha, Fachada subtraída / nº 02, 2004-2008
Sávio Reale, s/t
Hélio Nunes, Ordenação empilhativa de “Liberdade – o homem nasceu para pensar”, 2012 [1962]
Lucas Delfino, Via Dolorosa (O Semeador), 2010
Maria Angélica Melendi, Altar em Tepito, México, DF
João Castilho, Redemunho, 2006
Sávio Reale, s/t
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Maria Angélica Melendi, Altar no Pátio Interior, México, DF

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão, de forma que pode muito bem servir de moldura para um fragmento no Salvador Dalí que se empoeira no ateliê, ilustrando assim a tese de Wölfflin, dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011, acontecimento pós-pictórico com sabão, dimensões variáveis (7,5x5,8x1 cm).

Para quem não é pintor: quando limpamos os pincéis, geralmente abrimos buracos como esse.

Comentários

o buraco

caro hélio,

 

sua rigorosa proposta de devolver à pintura uma utilidade inexorável, da natureza perdida, é algo que muito me comove.

 

abraço,

 

fabíola