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Lucas Delfino, Rito de Passagem: O beijo, 2010
Ines Linke, Fabíola Tasca, e Rodrigo Borges, Perímetro, 2005
Lucas Delfino, Desenho de Paisagem (homenagem a barba dos rabinos e dos prisioneiros), 2010
Maria Angélica Melendi, Altar em Tepito, México, DF
Sávio Reale, s/t
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Sávio Reale, s/t
Sávio Reale, s/t
Fabíola Tasca, 1ª Polifônica de Belo Horizonte, 2007
Lucas Delfino, Projeto Memorial da Declaração dos Direitos Humanos, 2008-2009

Sobre o Grupo

Hélio Nunes, O Grupo com Francisco Jarauto

O Grupo Estratégias da Arte numa Era das Catástrofes é um grupo de pesquisas certificado institucionalmente, coordenado pela Profª Drª Maria Angélica Melendi e que realiza suas reuniões na Escola de Belas Artes da UFMG. Atualmente conta com aproximadamente 30 integrantes, entre professores doutores e alunos doutorandos, mestrandos, graduandos e bolsistas.

Nasceu em 1999, como Grupo de Estudos e Pesquisa em Arte Contemporânea, na Escola Guignard da UEMG. Em 2002, com o ingresso da coordenadora no quadro de professores da EBA-UFMG, transferiu-se, congregando pesquisadores de ambas as instituições.

O Grupo desenvolve estudos interdisciplinares, subsidiados pelo cruzamento de vários discursos teóricos e artísticos, avaliando a capacidade da arte em resignificar objetos culturais através de deslocamentos. Levamos em consideração duas vertentes: a primeira contempla os processos de produção da obra; a outra coloca em pauta a questão da identidade do artista a partir da noção do “artista como etnógrafo”, elaborada conceitualmente pelo historiador e crítico Hal Foster em The Return of the Real.

Outro problema que nos ocupa é a configuração do corpo e suas aparições na arte contemporânea, a partir da constatação de que a Shoah — o genocídio nazista — se configura como o lugar do trauma e aborda o entrelaçamento das duas problemáticas fundamentais da contemporaneidade: o corpo e a memória. O terrorismo de Estado na América Latina e as guerras do final do século XX e começos do XXI assimilam-se a esse paradigma. As recentes demandas de memoriais e monumentos para lembrar as catástrofes do século XX colocam os artistas ante o desafio de como e de que maneira lembrar.