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Fabíola Tasca, em obra project (2012-2016)
Ariel Ferreira, Homenagem a Tamandaré, 2008
Lais Myrrha, Uma biblioteca para dibutade I, 2006
Rachel Falcão, Voragem, 2006 (detalhe)
Douglas Pego, Capas para Convencer a Ler, 2007-2010
Ariel Ferreira, Hermes, 2008
Melissa Rocha, 2010, 2010
Sávio Reale, s/t
João Castilho, Aqui tudo, 2007

1ª Jornada de Arte e Cultura Contemporâneas da Escola Guignard - UEMG

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14 a 18 de maio, das 19 às 22h.

A Pós-Graduação da Escola Guignard - UEMG convida artistas, pesquisadores, profissionais e demais interessados nas interfaces entre arte, cultura e cidade, para um diálogo com o professor e pesquisador alemão Anselm Jappe, autor dos livros Guy Debord (1999) e As aventuras da mercadoria (2006).

Responsável pela edição de lançamento da Jornada de Arte e Cultura Contemporâneas, que terá como tema O legado e a atualidade do Situacionismo para a arte, Anselm Jappe nos propõe um programa de 5 encontros, que irão acontecer de 14 a 18 de maio, das 19 às 22h, no auditório da Escola Guignard.

Uma realização da Pós-Graduação da Escola Guignard, a Jornada de Arte e Cultura Contemporâneas pretende, a cada edição, discutir um tema de grande relevância para as artes e a cultura contemporâneas.

PARA SE INSCREVER, envie um breve currículo e um parágrafo de interesse para arteecultura@uemg.br.

Mais informações: 31 3194-9308.

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Programa

Hoje, a Internacional Situacionista (1957-1972) e Guy Debord (1931-1994), seu precursor, são certamente mais conhecidos do que em sua própria época – em todo caso, no mundo artístico. Conceitos tais como, por exemplo, espetáculo, détournement, psicogeografia e dérive converteram-se, por um lado, em lugares-comuns numa parte da atual produção cultural; mas, por outro, mantiveram seu ar subversivo e “iniciático”. Contudo, e apesar disso, a história dos situacionistas e o conteúdo de sua teoria e sua agitação são bem menos conhecidos.

segunda, dia 14/ 05

As raízes dos situacionistas no dadaísmo e no surrealismo, entendidos não apenas como movimentos artísticos, mas como busca de novas formas de vida. O letrismo e a Internacional Letrista (1946-1957). Contexto histórico do surgimento das ideias situacionistas. Filme: Traité de bave et d’éternité (Isou).

terça, dia 15/ 05

História da Internacional Situacionista, suas ideias e seu significado para o maio parisiense. Crítica da vida cotidiana. A “superação da arte”. Filme: Hurlements en faveurs de Sade; Sur le passage (Debord).

quarta, dia 16/ 05

O conceito de espetáculo em Debord. Aspectos sociais e políticos, desenvolvimentos posteriores. Comparação com o conceito de “indústria cultural” de Adorno. Referência à “crítica do valor” (Robert Kurz). Filme: La Société du spectacle (Debord).

quinta, dia 17/ 05

Técnicas de construção dos situacionistas e a crítica do espetáculo: détournement, psicogeografia, dérive, urbanismo unitário. Filmes: Critique de la séparation (Debord), La Dialectique peut-elle casser des briques? (Viennet).

sexta, dia 18/ 05

Sobrevivência atual das práticas situacionistas na guerrilha da comunicação, nos chamados adbusters, na performance, em inúmeros artistas, na arquitetura e no urbanismo, no caminhar enquanto forma de arte, na estética relacional, nos principais veículos midiáticos etc.