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Lais Myrrha, por um fio, 2010
Maria Angélica Melendi, Altar no Pátio Interior, México, DF
Sávio Reale, s/t
Maria Angélica Melendi, Altar em  Chapultepec, Mexico, DF
Lais Myrrha, Fachada subtraída / nº 02, 2004-2008
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Douglas Pego, Tentativa Músculo, 2010
Ariel Ferreira, Paralaxe, 2006
Maria Angélica Melendi, Santuário de Cromañón, Buenos Aires, Argentina
Hélio Nunes, Theatrum Picturatum, 2009-2010

Sobre “Ordenação empilhativa...”

Comentários

lendo outra vez

hélio,

li novamente o texto e. nessa segunda leitura, ele pareceu-me ainda melhor. não me lembro de rir na primeira leitura, mas, agora: obrigada!

o texto é muito muito bom e oferece àquele que visitou o trabalho uma oportunidade muito bacana e generosa de apropriação daquelas coisas todas que você reuniu.

parabéns!

Antes de mais nada, obrigado

Antes de mais nada, obrigado pelos elogios.

Fiquei aqui pensando se é para rir, matutei, matutei: é que a auto-ironia geralmente inspira solidariedade, dó até.

Mas, independente do tipo de riso, é para rir mesmo. Um burocrata das artes não esperaria nada menos que isso.