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Lucas Delfino, Rito de Passagem: O beijo, 2010
Hélio Nunes, Ordenação empilhativa de “Liberdade – o homem nasceu para pensar”, 2012 [1962]
João Castilho, Linhas, 2008
Fabíola Tasca, 1ª Polifônica de Belo Horizonte, 2007
Rachel Falcão, Habita Vida, 2000-2003
Fabíola Tasca, Primeira Pessoa, 2010
Tales Bedeschi, Linha curva da Terra, 2010
Sávio Reale, s/t
Lais Myrrha, Uma biblioteca para dibutade I, 2006
Ines Linke e Louise Ganz, Percursos, 2007

Sobre “Ordenação empilhativa...”

Comentários

lendo outra vez

hélio,

li novamente o texto e. nessa segunda leitura, ele pareceu-me ainda melhor. não me lembro de rir na primeira leitura, mas, agora: obrigada!

o texto é muito muito bom e oferece àquele que visitou o trabalho uma oportunidade muito bacana e generosa de apropriação daquelas coisas todas que você reuniu.

parabéns!

Antes de mais nada, obrigado

Antes de mais nada, obrigado pelos elogios.

Fiquei aqui pensando se é para rir, matutei, matutei: é que a auto-ironia geralmente inspira solidariedade, dó até.

Mas, independente do tipo de riso, é para rir mesmo. Um burocrata das artes não esperaria nada menos que isso.