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Maria Angélica Melendi, Santuário de Cromañón, Buenos Aires, Argentina
Maria Angélica Melendi, Altar em Tepito, México, DF
Hélio Nunes, Ordenação empilhativa de “Liberdade – o homem nasceu para pensar”, 2012 [1962]
Ariel Ferreira, Paralaxe, 2006
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Tales Bedeschi, Matriz Perdida Invertida I, 2010
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Lais Myrrha, pódio para ninguém, 2010
Fabíola Tasca, ROTAS: procedimento comércio, desde 2011.
Lais Myrrha, Bestiário, 2005

Candelária, 2012

Alice Costa Souza, Candelária, 2012

Alice Costa

Candelária

Instalação/ Bordado à mão sobre tecido (organza, linhas, grinalda, luz negra)

1,50 x 1,70 x 2,30 m     

2012

Apresentado na Exposição do Grupo Estratégias da Arte numa Era de Catástrofes no Salão Diamantina do Centro de Convenções e Artes da UFOP, Ouro Preto-MG, no Festival de Invero de Ouro Preto e Mariana de 8 a 22 de julho de 2012. Foto por: Alexis Azevedo.

[Candelária é um antimonumento à barbárie, especialmente à do esquecimento destinado ao massacre ocorrido em 1993, nos arredores da Igreja de Nossa Senhora da Candelária, no Rio de Janeiro. Nesta chacina, policiais abriram fogo contra mais de setenta crianças e adolescentes que dormiam nas proximidades da igreja, vitimando seis menores e dois maiores, aqui referenciados nos bordados de contornos dos corpos. O mesmo local, que não possui um monumento às vítimas, celebra casamentos luxuosos da alta sociedade carioca, demonstrando a enorme desigualdade social recorrente em grandes centros urbanos da América Latina.]