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Adolfo Cifuentes, El Viajero, 1995
Tales Bedeschi, Matriz Perdida Invertida I, 2010
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011
João Castilho, Tempero, 2009
Douglas Pego, Tentativa Músculo, 2010
Melissa Rocha, KV1-Keep Walking, 2005
Fabíola Tasca, Primeira Pessoa, 2010
Sávio Reale, s/t
Alice Costa Souza, Candelária, 2012
Fabíola Tasca, 1ª Polifônica de Belo Horizonte, 2007

Candelária, 2012

Alice Costa Souza, Candelária, 2012

Alice Costa

Candelária

Instalação/ Bordado à mão sobre tecido (organza, linhas, grinalda, luz negra)

1,50 x 1,70 x 2,30 m     

2012

Apresentado na Exposição do Grupo Estratégias da Arte numa Era de Catástrofes no Salão Diamantina do Centro de Convenções e Artes da UFOP, Ouro Preto-MG, no Festival de Invero de Ouro Preto e Mariana de 8 a 22 de julho de 2012. Foto por: Alexis Azevedo.

[Candelária é um antimonumento à barbárie, especialmente à do esquecimento destinado ao massacre ocorrido em 1993, nos arredores da Igreja de Nossa Senhora da Candelária, no Rio de Janeiro. Nesta chacina, policiais abriram fogo contra mais de setenta crianças e adolescentes que dormiam nas proximidades da igreja, vitimando seis menores e dois maiores, aqui referenciados nos bordados de contornos dos corpos. O mesmo local, que não possui um monumento às vítimas, celebra casamentos luxuosos da alta sociedade carioca, demonstrando a enorme desigualdade social recorrente em grandes centros urbanos da América Latina.]