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Lais Myrrha, Memorial do esquecimento (ação #2), 2002
Douglas Pego, Tentativa Músculo, 2010
Alice Costa Souza, Interstício, 2009
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Alice Costa Souza, Urgências do Presente
Lais Myrrha, Uma biblioteca para dibutade I, 2006
Maria Angélica Melendi, Altar no Pátio Interior, México, DF
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)

Candelária, 2012

Alice Costa Souza, Candelária, 2012

Alice Costa

Candelária

Instalação/ Bordado à mão sobre tecido (organza, linhas, grinalda, luz negra)

1,50 x 1,70 x 2,30 m     

2012

Apresentado na Exposição do Grupo Estratégias da Arte numa Era de Catástrofes no Salão Diamantina do Centro de Convenções e Artes da UFOP, Ouro Preto-MG, no Festival de Invero de Ouro Preto e Mariana de 8 a 22 de julho de 2012. Foto por: Alice Costa.

[Candelária é um antimonumento à barbárie, especialmente à do esquecimento destinado ao massacre ocorrido em 1993, nos arredores da Igreja de Nossa Senhora da Candelária, no Rio de Janeiro. Nesta chacina, policiais abriram fogo contra mais de setenta crianças e adolescentes que dormiam nas proximidades da igreja, vitimando seis menores e dois maiores, aqui referenciados nos bordados de contornos dos corpos. O mesmo local, que não possui um monumento às vítimas, celebra casamentos luxuosos da alta sociedade carioca, demonstrando a enorme desigualdade social recorrente em grandes centros urbanos da América Latina.]