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Maria Angélica Melendi, Altar em Tepito, México, DF
Lais Myrrha, pódio para ninguém, 2010
Ines Linke, Fabíola Tasca, e Rodrigo Borges, Perímetro, 2005
Hélio Nunes, Ordenação empilhativa de “Liberdade – o homem nasceu para pensar”, 2012 [1962]
Alice Costa Souza, Interstício, 2009
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Melissa Rocha, Projeção Luz, 2008
Fabíola Tasca, Primeira Pessoa, 2010
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF

Depois de Fernando Bryce, 2008-2010

Hélio Nunes, Depois de Fernando Bryce, 2008-2010

acontecimento fotografia digital (instalação Visión de La Pintura Occidental, 28ª Bienal de São Paulo).

Essa fotografia, para mim, é paradigmática: como pensar o pensamento e as expectativas dessa moça que olha através da objetiva; como encarnar a outra moça que posa para a foto; como imaginar o que o bombeiro divaga; como pensar o meu pensamento e minhas expectativas no momento que fotografei tudo isso? Como, finalmente, a partir desses inúmeros espaços, chegar ao espaço onde a obra de Fernando Bryce se encontra?