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Maria Angélica Melendi, Santuário de Cromañón, Buenos Aires, Argentina
Lais Myrrha, Memorial do esquecimento (ação #2), 2002
Lais Myrrha, Fachada subtraída / nº 02, 2004-2008
Fabíola Tasca, 1ª Polifônica de Belo Horizonte, 2007
Sávio Reale, s/t
Alice Costa Souza, Diário da melancolia, 2003
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para fazer cartões de aniversário, 2008
Rachel Falcão, Voragem, 2006 (detalhe)
Ariel Ferreira, Hermes, 2008

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão, de forma que pode muito bem servir de moldura para um fragmento no Salvador Dalí que se empoeira no ateliê, ilustrando assim a tese de Wölfflin, dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011, acontecimento pós-pictórico com sabão, dimensões variáveis (7,5x5,8x1 cm).

Para quem não é pintor: quando limpamos os pincéis, geralmente abrimos buracos como esse.

Comentários

o buraco

caro hélio,

 

sua rigorosa proposta de devolver à pintura uma utilidade inexorável, da natureza perdida, é algo que muito me comove.

 

abraço,

 

fabíola