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Adriano C. Gomide, Moços à procura da beleza IV, 2007
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para plantar feijões que não nascem, 2008
Rachel Falcão, Habita Vida, 2000-2003
Rachel Falcão, Da série Labiríntimo, 2009
Hélio Nunes, Ordenação empilhativa de “Liberdade – o homem nasceu para pensar”, 2012 [1962]
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Douglas Pego, Batom, 2010
Sávio Reale, s/t
Ines Linke e Louise Ganz, Percursos, 2007
Tales Bedeschi, Matriz Perdida Invertida I, 2010

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão, de forma que pode muito bem servir de moldura para um fragmento no Salvador Dalí que se empoeira no ateliê, ilustrando assim a tese de Wölfflin, dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011, acontecimento pós-pictórico com sabão, dimensões variáveis (7,5x5,8x1 cm).

Para quem não é pintor: quando limpamos os pincéis, geralmente abrimos buracos como esse.

Comentários

o buraco

caro hélio,

 

sua rigorosa proposta de devolver à pintura uma utilidade inexorável, da natureza perdida, é algo que muito me comove.

 

abraço,

 

fabíola