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Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Maria Angélica Melendi, Santuário de Cromañón, Buenos Aires, Argentina
Hélio Nunes, Ainda dá para brincar de Malraux em 2008?
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para plantar feijões que não nascem, 2008
Hélio Nunes, Ordenação empilhativa de “Liberdade – o homem nasceu para pensar”, 2012 [1962]
Lais Myrrha, Compensação dos erros, 2007
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Lais Myrrha, Memorial do esquecimento (ação #2), 2002
Maria Angélica Melendi, Altar no Pátio Interior, México, DF
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para tapar um buraco na mesa onde tomo café com uma imagem temática, 2008

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011

(Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão, de forma que pode muito bem servir de moldura para um fragmento no Salvador Dalí que se empoeira no ateliê, ilustrando assim a tese de Wölfflin, dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011, acontecimento pós-pictórico com sabão, dimensões variáveis (7,5x5,8x1 cm).

Para quem não é pintor: quando limpamos os pincéis, geralmente abrimos buracos como esse.

Comentários

o buraco

caro hélio,

 

sua rigorosa proposta de devolver à pintura uma utilidade inexorável, da natureza perdida, é algo que muito me comove.

 

abraço,

 

fabíola