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Fabíola Tasca, 1ª Polifônica de Diamantina, 2008
Hélio Nunes, Ainda dá para brincar de Malraux em 2008?
Maria Angélica Melendi, Santuário de Cromañón, Buenos Aires, Argentina
Alice Costa Souza, Candelária, 2012
Rachel Falcão, Voragem, 2006 (detalhe)
Lucas Delfino, Notas de Viagem, 2010
Alice Costa Souza, Diário da melancolia, 2003
Tales Bedeschi, Das revoadas
Maria Angélica Melendi, Altar no Pátio Interior, México, DF
Lucas Delfino, Projeto Memorial da Declaração dos Direitos Humanos, 2008-2009

Sobre o Grupo

Hélio Nunes, O Grupo com Francisco Jarauto

O Grupo Estratégias da Arte numa Era das Catástrofes é um grupo de pesquisas certificado institucionalmente, coordenado pela Profª Drª Maria Angélica Melendi e que realiza suas reuniões na Escola de Belas Artes da UFMG. Atualmente conta com aproximadamente 30 integrantes, entre professores doutores e alunos doutorandos, mestrandos, graduandos e bolsistas.

Nasceu em 1999, como Grupo de Estudos e Pesquisa em Arte Contemporânea, na Escola Guignard da UEMG. Em 2002, com o ingresso da coordenadora no quadro de professores da EBA-UFMG, transferiu-se, congregando pesquisadores de ambas as instituições.

O Grupo desenvolve estudos interdisciplinares, subsidiados pelo cruzamento de vários discursos teóricos e artísticos, avaliando a capacidade da arte em resignificar objetos culturais através de deslocamentos. Levamos em consideração duas vertentes: a primeira contempla os processos de produção da obra; a outra coloca em pauta a questão da identidade do artista a partir da noção do “artista como etnógrafo”, elaborada conceitualmente pelo historiador e crítico Hal Foster em The Return of the Real.

Outro problema que nos ocupa é a configuração do corpo e suas aparições na arte contemporânea, a partir da constatação de que a Shoah — o genocídio nazista — se configura como o lugar do trauma e aborda o entrelaçamento das duas problemáticas fundamentais da contemporaneidade: o corpo e a memória. O terrorismo de Estado na América Latina e as guerras do final do século XX e começos do XXI assimilam-se a esse paradigma. As recentes demandas de memoriais e monumentos para lembrar as catástrofes do século XX colocam os artistas ante o desafio de como e de que maneira lembrar.