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Melissa Rocha, Carreira de Monalisa, 2007
Douglas Pego, Tentativa Músculo, 2010
João Castilho, Tempero, 2009
Alice Costa Souza, Interstício, 2009
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Fabíola Tasca, 1ª Polifônica de Diamantina, 2008
Lais Myrrha, Bestiário, 2005
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011
Sávio Reale, s/t

1ª Jornada de Arte e Cultura Contemporâneas da Escola Guignard - UEMG

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14 a 18 de maio, das 19 às 22h.

A Pós-Graduação da Escola Guignard - UEMG convida artistas, pesquisadores, profissionais e demais interessados nas interfaces entre arte, cultura e cidade, para um diálogo com o professor e pesquisador alemão Anselm Jappe, autor dos livros Guy Debord (1999) e As aventuras da mercadoria (2006).

Responsável pela edição de lançamento da Jornada de Arte e Cultura Contemporâneas, que terá como tema O legado e a atualidade do Situacionismo para a arte, Anselm Jappe nos propõe um programa de 5 encontros, que irão acontecer de 14 a 18 de maio, das 19 às 22h, no auditório da Escola Guignard.

Uma realização da Pós-Graduação da Escola Guignard, a Jornada de Arte e Cultura Contemporâneas pretende, a cada edição, discutir um tema de grande relevância para as artes e a cultura contemporâneas.

PARA SE INSCREVER, envie um breve currículo e um parágrafo de interesse para arteecultura@uemg.br.

Mais informações: 31 3194-9308.

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Programa

Hoje, a Internacional Situacionista (1957-1972) e Guy Debord (1931-1994), seu precursor, são certamente mais conhecidos do que em sua própria época – em todo caso, no mundo artístico. Conceitos tais como, por exemplo, espetáculo, détournement, psicogeografia e dérive converteram-se, por um lado, em lugares-comuns numa parte da atual produção cultural; mas, por outro, mantiveram seu ar subversivo e “iniciático”. Contudo, e apesar disso, a história dos situacionistas e o conteúdo de sua teoria e sua agitação são bem menos conhecidos.

segunda, dia 14/ 05

As raízes dos situacionistas no dadaísmo e no surrealismo, entendidos não apenas como movimentos artísticos, mas como busca de novas formas de vida. O letrismo e a Internacional Letrista (1946-1957). Contexto histórico do surgimento das ideias situacionistas. Filme: Traité de bave et d’éternité (Isou).

terça, dia 15/ 05

História da Internacional Situacionista, suas ideias e seu significado para o maio parisiense. Crítica da vida cotidiana. A “superação da arte”. Filme: Hurlements en faveurs de Sade; Sur le passage (Debord).

quarta, dia 16/ 05

O conceito de espetáculo em Debord. Aspectos sociais e políticos, desenvolvimentos posteriores. Comparação com o conceito de “indústria cultural” de Adorno. Referência à “crítica do valor” (Robert Kurz). Filme: La Société du spectacle (Debord).

quinta, dia 17/ 05

Técnicas de construção dos situacionistas e a crítica do espetáculo: détournement, psicogeografia, dérive, urbanismo unitário. Filmes: Critique de la séparation (Debord), La Dialectique peut-elle casser des briques? (Viennet).

sexta, dia 18/ 05

Sobrevivência atual das práticas situacionistas na guerrilha da comunicação, nos chamados adbusters, na performance, em inúmeros artistas, na arquitetura e no urbanismo, no caminhar enquanto forma de arte, na estética relacional, nos principais veículos midiáticos etc.