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Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011
Melissa Rocha, 2010, 2010
Maria Angélica Melendi, Santuário de Cromañón, Buenos Aires, Argentina
Sávio Reale, s/t
Maria Angélica Melendi, Santuário de Cromañón, Buenos Aires, Argentina
Maria Angélica Melendi, Altar em  Chapultepec, Mexico, DF
Douglas Pego, Caras para Ler, 2010
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Douglas Pego, Salto, 2008
Ariel Ferreira, Hermes, 2008

O universo da arte e os espaços urbanos

Casa Fiat, Divulgação mesa redonda O universo da arte e os espaços urbanos

Mesa redonda com Fabíola Tasca, Brígida Campbell e Rodrigo Freitas. Mediação: Rachel de Souza Vianna

Data: 11 de julho, 19h30

Local: Auditório Casa Fiat de Cultura (entrada gratuita sujeita à lotação do auditório – 200 lugares)

Passados mais de cem anos que De Chirico surpreendeu o mundo com seus ambientes metafísicos, a cidade continua sendo um tema fundamental na arte. No entanto, a relação dos artistas com o espaço urbano passou por profundas transformações. Os modernistas trouxeram a cidade para o universo da arte, eternizando sua visão da vida urbana em cenas que retratam praças, avenidas e monumentos. Já os artistas contemporâneos parecem mais atraídos por viadutos, becos ou lugares abandonados. Mas a mudança de foco é talvez menos importante do que a mudança de meios. Pinturas, gravuras e fotografias dão lugar a performances e instalações temporárias. Em um movimento inverso, agora é a arte que se instala no espaço urbano.

Para tratar desse novo modo de perceber e intervir na cidade, os artistas Fabíola Tasca, Brígida Campbell e Rodrigo Freitas vão discutir sobre como Belo Horizonte tem servido como tema e espaço da arte contemporânea.

Encerrando o Ciclo de Palestras da exposição De Chirico – O Sentimento da Arquitetura, a mesa redonda pretende também, retomar as questões tratadas nas palestras anteriores.