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Melissa Rocha, KV1-Keep Walking, 2005
Tales Bedeschi, Matriz Perdida Invertida I, 2010
Alice Costa Souza, Urgências do Presente
Lais Myrrha, Bestiário, 2005
Fabíola Tasca, em obra project (2012-2016)
Douglas Pego, Para Representar de Novo, 2008
Fabíola Tasca, ROTAS: procedimento comércio, desde 2011.
Sávio Reale, s/t
Ines Linke, Fabíola Tasca, e Rodrigo Borges, Perímetro, 2005
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para tapar um buraco na mesa onde tomo café com uma imagem temática, 2008

Sobre “Ordenação empilhativa...”

Comentários

lendo outra vez

hélio,

li novamente o texto e. nessa segunda leitura, ele pareceu-me ainda melhor. não me lembro de rir na primeira leitura, mas, agora: obrigada!

o texto é muito muito bom e oferece àquele que visitou o trabalho uma oportunidade muito bacana e generosa de apropriação daquelas coisas todas que você reuniu.

parabéns!

Antes de mais nada, obrigado

Antes de mais nada, obrigado pelos elogios.

Fiquei aqui pensando se é para rir, matutei, matutei: é que a auto-ironia geralmente inspira solidariedade, dó até.

Mas, independente do tipo de riso, é para rir mesmo. Um burocrata das artes não esperaria nada menos que isso.