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Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para plantar feijões que não nascem, 2008
Melissa Rocha, KV1-Keep Walking, 2005
Sávio Reale, s/t
Rachel Falcão, Voragem, 2006 (detalhe)
Adriano C. Gomide, Moços à procura da beleza IV, 2007
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Sávio Reale, s/t
Hélio Nunes, Ainda dá para brincar de Malraux em 2008?
Ines Linke e Louise Ganz, Percursos, 2007
Rachel Falcão, Da série Labiríntimo, 2009

Sobre “Ordenação empilhativa...”

Comentários

lendo outra vez

hélio,

li novamente o texto e. nessa segunda leitura, ele pareceu-me ainda melhor. não me lembro de rir na primeira leitura, mas, agora: obrigada!

o texto é muito muito bom e oferece àquele que visitou o trabalho uma oportunidade muito bacana e generosa de apropriação daquelas coisas todas que você reuniu.

parabéns!

Antes de mais nada, obrigado

Antes de mais nada, obrigado pelos elogios.

Fiquei aqui pensando se é para rir, matutei, matutei: é que a auto-ironia geralmente inspira solidariedade, dó até.

Mas, independente do tipo de riso, é para rir mesmo. Um burocrata das artes não esperaria nada menos que isso.