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Tales Bedeschi, Das revoadas
Clara Albinati, A Paixão Segundo, 2008
Lais Myrrha, Compensação dos erros, 2007
Lais Myrrha, por um fio, 2010
Melissa Rocha, Carreira de Monalisa, 2007
Alice Costa Souza, Candelária, 2012
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para criar buraco em sabão... dando razão àqueles que não consideram Dalí surrealista, 2011
João Castilho, Tempero, 2009
Sávio Reale, s/t
Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para plantar feijões que não nascem, 2008

Sobre “Ordenação empilhativa...”

Comentários

lendo outra vez

hélio,

li novamente o texto e. nessa segunda leitura, ele pareceu-me ainda melhor. não me lembro de rir na primeira leitura, mas, agora: obrigada!

o texto é muito muito bom e oferece àquele que visitou o trabalho uma oportunidade muito bacana e generosa de apropriação daquelas coisas todas que você reuniu.

parabéns!

Antes de mais nada, obrigado

Antes de mais nada, obrigado pelos elogios.

Fiquei aqui pensando se é para rir, matutei, matutei: é que a auto-ironia geralmente inspira solidariedade, dó até.

Mas, independente do tipo de riso, é para rir mesmo. Um burocrata das artes não esperaria nada menos que isso.