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Rachel Falcão, Habita vida, 2000-2003
Lucas Delfino, Notas de Viagem, 2010
Alice Costa Souza, Interstício, 2009
Lucas Delfino, Via Dolorosa (O Semeador), 2010
Lucas Delfino, Projeto Memorial da Declaração dos Direitos Humanos, 2008-2009
Lais Myrrha, Fachada subtraída / nº 02, 2004-2008
Douglas Pego, Tentativa Músculo, 2010
Lais Myrrha, pódio para ninguém, 2010
Melissa Rocha, KV1-Keep Walking, 2005
Maria Angélica Melendi, Altar no Pátio Interior, México, DF

Sobre “Ordenação empilhativa...”

Comentários

lendo outra vez

hélio,

li novamente o texto e. nessa segunda leitura, ele pareceu-me ainda melhor. não me lembro de rir na primeira leitura, mas, agora: obrigada!

o texto é muito muito bom e oferece àquele que visitou o trabalho uma oportunidade muito bacana e generosa de apropriação daquelas coisas todas que você reuniu.

parabéns!

Antes de mais nada, obrigado

Antes de mais nada, obrigado pelos elogios.

Fiquei aqui pensando se é para rir, matutei, matutei: é que a auto-ironia geralmente inspira solidariedade, dó até.

Mas, independente do tipo de riso, é para rir mesmo. Um burocrata das artes não esperaria nada menos que isso.