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Fabíola Tasca, Parlatório, 2005
Melissa Rocha, Carreira de Monalisa, 2007
Tales Bedeschi, Das revoadas
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Sávio Reale, s/t
Sávio Reale, s/t
Ariel Ferreira, Hermes, 2008
Ines Linke, Fabíola Tasca, e Rodrigo Borges, Perímetro, 2005
Rachel Falcão, Da série Labiríntimo, 2009
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)

Sobre “Ordenação empilhativa...”

Comentários

lendo outra vez

hélio,

li novamente o texto e. nessa segunda leitura, ele pareceu-me ainda melhor. não me lembro de rir na primeira leitura, mas, agora: obrigada!

o texto é muito muito bom e oferece àquele que visitou o trabalho uma oportunidade muito bacana e generosa de apropriação daquelas coisas todas que você reuniu.

parabéns!

Antes de mais nada, obrigado

Antes de mais nada, obrigado pelos elogios.

Fiquei aqui pensando se é para rir, matutei, matutei: é que a auto-ironia geralmente inspira solidariedade, dó até.

Mas, independente do tipo de riso, é para rir mesmo. Um burocrata das artes não esperaria nada menos que isso.