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Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para plantar feijões que não nascem, 2008
Hélio Nunes, Theatrum Picturatum, 2009-2010
Lais Myrrha, Memorial do esquecimento (ação #2), 2002
Maria Angélica Melendi, Altares de la Santa Muerte, México, DF
Rachel Falcão, Voragem, 2006 (detalhe)
Maria Angélica Melendi, Altar em Tepito, México, DF
Tales Bedeschi, Das revoadas
Adriano C. Gomide, Toque de Alvorada, 2012
Sávio Reale, Tapetes Pampulha (Coleção Pampulha)
Douglas Pego, Batom, 2010

Sobre “Ordenação empilhativa...”

Comentários

lendo outra vez

hélio,

li novamente o texto e. nessa segunda leitura, ele pareceu-me ainda melhor. não me lembro de rir na primeira leitura, mas, agora: obrigada!

o texto é muito muito bom e oferece àquele que visitou o trabalho uma oportunidade muito bacana e generosa de apropriação daquelas coisas todas que você reuniu.

parabéns!

Antes de mais nada, obrigado

Antes de mais nada, obrigado pelos elogios.

Fiquei aqui pensando se é para rir, matutei, matutei: é que a auto-ironia geralmente inspira solidariedade, dó até.

Mas, independente do tipo de riso, é para rir mesmo. Um burocrata das artes não esperaria nada menos que isso.